segunda-feira, março 31, 2008

Último dia do mês, hora de fazer contas

Grande primeiro trimestre: e que fantástico Março! Encontros há muito esperados, sonhos concretizados, medos ultrapassados, olhares trocados, beijos guardados no ar... A felicidade de dizer a palavra pela primeira vez... Sigo em frente. E quero mais, sempre-sempre mais.

domingo, março 30, 2008

Amanhã vão-me roubar uma parte do coração

"Habituem-se meninos. Vão-vos fazer isto a vida toda. Toda..."

Dos livros de auto-ajuda

"Faça como eu: seja feliz". "Torne-se mais rico que o Bill Gates". "O caminho para a harmonia". "Alcance o seu verdadeiro eu". "Mude a sua vida em 90 segundos". Espera, eu li 90 segundos?! Mas como é que eu posso mudar a minha vida nesse espaço de tempo se, para o fazer, tenho de ler um livro de cento e tal páginas, tarefa que leva, no mínimo dos mínimos, uma hora, para pôr a coisa mesmo por baixo?! Como é que eu absorvo a mensagem de um livro que, reza a capa, considera serem apenas necessários 90 segundos para dar uma volta de 180 graus ao dia-a-dia de uma pessoa?! Há gente que demora 90 segundos só para ler o título, pelas alminhas!! E querem-nos fazer crer que, em 90 segundos, mesmo sem ler uma única página do maravilhoso volume que temos na mão, tudo vai mudar. Pois vai. Somos nós que, em menos de 90 segundos, vamos mudar de secção.

Como contar a história da Cinderela às crianças de hoje, para que não nos chamem "cotas"

Há bué da time, havia uma garina cujo cota já tinha esticado o pernil e que vivia com a chunga da madrasta e as melgas das filhas dela. A Cinderela (Cindy p'ós amigos), parecia que vivia na prisa, sem tempo para sequer enviar uns mails.

Com este desatino todo, só lhe apetecia dar de frosques, porque a madrasta fazia-lhe bué da cenas.

É então que a Cindy fica a saber da alta desbunda que ia acontecer: Uma rave!!! A gaja curtiu tótil a ideia, mas as outras chavalas cortaram-lhe as bases.

Ela ficou completamente passadunte, mas depois de andar à toa durante um coche, apareceu-lhe uma fada baril que lhe abichou uma farda baita bacana, e ela ficou a parecer uma ganda febra.

Só que ela só se podia afiambrar da cena até ao bater das 12. Tás a ver, meu?

A tipa mordeu o esquema e foi para a borga sempre a bombar.

Ao entrar na party topou um mano cheio da papel, que era bom comó milho e que também a galou logo ali. Aí a Cindy passo-se dos carretos, desbundaram 'ól naite long, até que ao ouvir as 12, ela teve que se axandrar e bazou.

O mitra ficou completamente abardinado quando ela deu de frosques e foi atrás dela, mas só encontrou pelo caminho o chanato da dama.

No dia seguinte, com uma alta fezada, meteu-se nos calcantes e foi à procura de um chispe que entrasse no chanato.

Como era um ganda cromo, teve uma vaca descomunal e encontrou a maluca, para grande desatino das outras fatelas que ficaram a anhar.

Fim: Tá-se bem.

NOTA - Tem erros? Tem. Foi escrito tal e qual recebi, via mail, naquela seita chamada forwards. Mas achei que devia manter, a piada também vem um bocadinho daí (escrevo eu...).

quinta-feira, março 27, 2008

Troisième interlude

Lentamente, começa a cheirar-me a PORTISHEAD... Yummy, dummy!

Provocaçãozinha

Eh eh eh... Not! (deve ler-se pausada e maliciosamente, em tom de bruxa má)

quarta-feira, março 26, 2008

Os nós e os laços

Durante a nossa vida, cruzamo-nos com milhares, senão milhões, de pessoas. Paramos em frente a umas, desviamo-nos de outras, damos encontrões em mais ainda, e fugimos de tantas que, contadas, não teríamos ruas por onde correr. Dessas, é o próprio Universo que trata de as encaminhar para a gaveta do esquecimento - nem damos por elas e, no fundo, nunca chegaram a ser. E depois há as outras. Aquelas a quem nos prendemos, seja por um contratempo, seja por uma ilusão. São as que fazem da nossa existência uma aventura mais rica, mais cheia de emoções. Muitas ou poucas, são estas que vivem e morrem connosco e dentro de nós, porque são estas as pessoas que valem a pena. Pelas quais vale a pena perder um minuto ou ganhar um dia, esperar um mês ou acompanhar um ano, deitar uma lágrima ou chorar um mar de dor, rir alto e bom som ou insistir na busca da felicidade. Estas pessoas, as que valem a pena, são as nossas âncoras nesta história desenhada por um presente sempre incerto e um futuro imprevisível; são os laços que temos com elas que dão os nós com que atamos de amor o nosso coração. Passando por nós a correr ou percorrendo connosco a maior parte desta misteriosa viagem, as pessoas que valem a pena são a nossa prova de imortalidade: enquanto estivemos com elas, fomos mais verdadeiros com a nossa essência do que alguma vez seríamos se andássemos sozinhos neste carrossel que alguém escolheu chamar de vida.

Dedicated to Sadeek...

segunda-feira, março 24, 2008

Foi há dois anos.

Hoje, quase 800 posts depois, continuo com a mesma vontade de me descobrir, e de me perder em mim. Percebi que não sei nada de coisa nenhuma, mas que não quero nunca deixar de ser uma curiosa permanente. Quero manter a minha inquietude, mesmo quando é a tranquilidade que, por segundos, me habita. Obrigada a todos os que fizeram deste blog o meu local de trabalho, o meu refúgio, o meu, às vezes, confessionário indiscreto. Estes 24 meses só existem porque, no caminho feito até aqui, tenho tido sempre alguém a meu lado: vocês. Os que me lêem agora, os que me leram antes, e os que me hão-de ler no futuro. Vocês, que nunca deixaram de dizer e apontar, de elogiar e de criticar. Ainda bem. Só assim faz sentido, pois as grandes conquistas não se conseguem com palmadinhas nas costas. Tem sido uma aventura maravilhosa, esta de tentar provar que a vida é uma obra-prima. Continuamos?

"O" número:

Because one is the loniest number that you'll ever know...

domingo, março 23, 2008

"Please don't feed the models"

Statement

IF YOU BLOG IT...
I'LL BLOG IT TOO!

sexta-feira, março 21, 2008

02/2008

E, no meio de nenhuma estrada, estavas tu.

quinta-feira, março 20, 2008

Smile. It's never enough.

(...)

O dia de todos os risos e de todos os choros. Porque a alegria de uns tem sempre de contrastar com a tristeza de outros. É assim a lei desta puta de vida.

Onde é que o Wes Anderson deixou a nave?

Não sei, nem quero saber! Enquanto continuar a fazer filmes estupida e inexplicavelmente bons, pode vir de que planeta quiser...

quarta-feira, março 19, 2008

Meus putos:

Não existem viagens infinitas. Só nos sonhos. De resto, todas as aventuras têm um fim. Se forem boas, se valerem a pena, a última investida é apenas a chave que fecha o baú das recordações. Mas se forem dias e noites em que a terra gira ao contrário e em que os rios correm para o mar, serão sempre travessias inesquecíveis, prontas a saltar-te das veias a cada respirar. A vida é uma luta constante para nunca deixar de usar o verbo "viver" no presente. Quando vivemos tudo intensamente, somos maiores que os Deuses. E é desses instantes que são feitas as memórias que se erguem connosco a cada acordar. 

Sei que dizem comigo: "Nunca esquecerei. Tu és parte da minha história."

segunda-feira, março 17, 2008

Vida Infinita

Hoje aprendi que há em mim sentimentos que nunca tinha experimentado. Nunca tive, até agora, um momento em que a vida fizesse tanto sentido, um momento em que eu e o mundo estivéssemos em harmonia total, e me deixasse perder pelos trilhos das sensações secretas. De facto, "a vida não se mede pelo número de vezes que respiramos, mas pelos instantes que nos tiram a respiração". Há sempre alguma verdade por detrás das frases batidas. Agradeço a existência desta. Fico num estado em que não sei se ria, se chore, tão forte é isto que me faz sentido. O medo é vencido pela vontade de repetir esta coisa de ser feliz. Não sei o que o destino me traz. Porém, se morresse hoje, seria mais do que nunca fui, e isso valem 26 anos inteiros. O que o meu coração viu através dos meus olhos não tem morada nisto a que chamamos Terra.

domingo, março 16, 2008

Take care of yourself

Toma conta de ti. Sempre. Aquilo a que chamas vida está demasiado ocupada a olhar pelas vidas dos outros enquanto passeias pela Terra. Tu és só um - és tu antes, agora e depois. Por isso, toma conta de ti. Nunca serás o desejo que o amor chama senão tomares conta de ti. Ninguém se junta a um rosto sem alma. A união maior só vem da soma de dois corações que transpiram lume em qualquer fogueira. 

Right here, right now

Do sítio do costume, na altura perfeita, com destinatário definido.

sábado, março 15, 2008

Finito!

Está encerrada a saga dos Corleone. Quase oito horas de cinema depois, percebo finalmente porque dizem que há actores que fazem um filme inteiro, e há filmes que fazem a vida de um actor. Marlon Brando não é genial, é incomparável. Al Pacino não é muito bom, é excelente. Robert De Niro não é grande, é enorme. E Coppola nunca mais fará uma obra-prima que suplante a história desta Família.    

sexta-feira, março 14, 2008

O MEDO está à tua frente. ATIRA-TE a ele.

quarta-feira, março 12, 2008

Happiness

Para começar bem o dia, e lembrar a vida toda.

terça-feira, março 11, 2008

"E improvavelmente ser feliz"

INQUIETAÇÃO, de José Mário Branco

A contas com o bem que tu me fazes
A contas com o mal por que passei
Com tantas guerras que travei
Já não sei fazer as pazes

São flores aos milhões entre ruínas
Meu peito feito campo de batalha
Cada alvorada que me ensinas
Oiro em pó que o vento espalha

Cá dentro inquietação, inquietação
É só inquietação, inquietação
Porquê, não sei
Porquê, não sei
Porquê, não sei ainda

Há sempre qualquer coisa que está pra acontecer
Qualquer coisa que eu devia perceber
Porquê, não sei
Porquê, não sei
Porquê, não sei ainda

Ensinas-me fazer tantas perguntas
Na volta das respostas que eu trazia
Quantas promessas eu faria
Se as cumprisse todas juntas

Não largues esta mão no torvelinho
Pois falta sempre pouco para chegar
Eu não meti o barco ao mar
Pra ficar pelo caminho

Cá dentro inquietação, inquietação
É só inquietação, inquietação
Porquê, não sei
Porquê, não sei
Porquê, não sei ainda

Há sempre qualquer coisa que está pra acontecer
Qualquer coisa que eu devia perceber
Porquê, não sei
Porquê, não sei
Porquê, não sei ainda

Cá dentro inquietação, inquietação
É só inquietação, inquietação
Porquê, não sei
Mas sei
É que não sei ainda

Há sempre qualquer coisa que eu tenho que fazer
Qualquer coisa que eu devia resolver
Porquê, não sei
Mas sei
Que essa coisa é que é linda

É este o espelho do meu último mês. Acho-o maravilhoso.

segunda-feira, março 10, 2008

Mea culpa...

Não está a ser fácil conciliar a minha vida actual com a dedicação que gosto de dar ao blog... Tenho andado desleixada, não consigo ler as tabernas amigas com calma (menos ainda comentar), e não tenho postado nada. Acreditem, teria muito, tanto para vos contar. Mas falta-me tempo... Mil desculpas pelo "desaparecimento", que vou tentar compensar. Um sem-fim de obrigadas a todos os que mandaram e-mails a perguntar se estava bem, senti-me mimada como nunca. E, volto a escreve-lo, aquele número mágico de visitas só existe por vossa culpa... 
Será impossível não deixar alguém de fora, porque são tantos, mas quero deixar um "valeu" aos donos do Dreamland, Amor Em Part-Time, Off Tune, Mariazinha Vai À Fonte, H2OTinto, Miss Detective, Gostar À Bruta, PrimaNocte, Kind Of Blog e Buttafly...fly...fly. Tem sido fantástico escrever a quatro mãos com todos vocês. 

sábado, março 08, 2008

100 000 visitas!

OBRIGADA A TODOS:
Aos que espreitam, aos que tropeçam por acaso, aos habitués, aos amigos, aos escribas vizinhos, aos cúmplices de sempre, aos que criticam, aos que mandam e-mails, aos que lêem na diagonal, aos viciados, aos ocasionais, aos que detestam, aos que apoiam, aos que perdem tempo para ler um post maior, aos que sugerem, aos que insistem comigo, aos que ouviram na rádio, aos fiéis do primeiro até... um dia sem fim. Obrigada. 100 000 visitas é mais que muito para um blog de pequenas minorias!

sexta-feira, março 07, 2008

Obsessão

De manhã não como - penso em sushide tarde não como - penso em sushide noite não como - penso em sushi; de madrugada não durmo - tenho fome!!

quinta-feira, março 06, 2008

90 minutos

Estás a olhar para o relógio? Queres contar os minutos que ainda tens de vida ou aqueles que já viveste? Diz-me que não é o passado que te inquieta, diz-me só isso. As coisas que a vida nos deu há uns tempos atrás são como as surpresas: a ansiedade de saber o que é toma conta de nós mas, depois de rasgado o embrulho, é a próxima prenda que interessa. Não que precises de deitar tudo numa fogueira, e queimar as memórias em chamas mais negras que o medo. Não. Basta que guardes essas memórias numa gaveta, numa das tuas infinitas gavetas, e tenhas vontade de abrir outra, e outra, e mais outra... Assim, em menos de nada, podes ser o rei do mundo ou mendigo que dorme na rua. Podes ser o palhaço que faz rir para esconder a lágrima ou aventureiro que não teme nenhum desfiladeiro. Podes ser o mundo ou o homem que sempre sonhaste. Podes ser tu ou o que tu quiseres. Ou podes ficar preso ao tempo e nunca chegar a ser nada.

TURMA B

Agora, tenho em mim todos os sorrisos do mundo.

quarta-feira, março 05, 2008

Pelas alminhas!

Não tenho uma Bimby. Fuzilem-me.

sábado, março 01, 2008

And so the story goes...

Julieta - Tu sabes que a máscara da noite vela o meu rosto, pois, se assim não fosse, verias um rubor virginal tingir-me as faces, pelo que me ouviste pronunciar há pouco. Bem quisera eu guardar as conveniências e negar o que disse; mas adeus conveniências! Tu amas-me? Eu sei que vais dizer que sim, e acreditarei na tua palavra; mas, se jurasses, podias trair o juramento; dizem que Júpiter se ri dos perjúrios dos amantes. Oh, querido Romeu! se gostas de mim, dize-mo lealmente; mas, se pensas que fui muito fácil de conquistar, franzirei as sobrancelhas, serei cruel e dir-te-ei: "Não!", para te dar ensejo a que me faças a corte. Doutro modo, nem por todo o mundo o farei. 

Romeu E Julieta, de William Shakespeare

quinta-feira, fevereiro 28, 2008

YouTube XI: "Generation Sex", que saudades!!

3A

Se me abrissem o coração, encontravam cinzas lá dentro?

quarta-feira, fevereiro 27, 2008

Agarrar a vida com as mãos.

[Em vez de ser ela a agarrar-nos a nós]

Até têm alguma razão...

É favor pegar na luneta para aumentar

terça-feira, fevereiro 26, 2008

Coisas minhas

Nunca me senti tão feliz por estar emocionalmente exausta.

domingo, fevereiro 24, 2008

My head is like this:

a mess

Sem saída

O MUNDO é redondo, tem duas pontas e EU estou no meio - na terra de TODOS e de NINGUÉM.

Lisboa, sempre Lisboa

"Bica", by Salgada no deviantART

sábado, fevereiro 23, 2008

Catarina


Não há novos. Não há velhos. Não há mulheres. Não há homens. Não há crianças. Não há sorrisos. Não há esperanças. Não há motivos. Não há olhares. Não há desafios. Não há festas. Não há vontade. Não há preocupações. Não há rotinas. Não há música. Não compromissos. Não há livros. Não há gargalhadas. Não há surpresas. Não há conversas. Não há luz. Não há magia. Não há cura. Não há retorno. Não há nada. Quando morre alguém, tudo o resto se mostra como realmente é - insignificante. Quando morre alguém por quem tínhamos um carinho muito, muito especial, tudo o resto se mostra insignificante e escuro.

Um beijo, meu anjo...

A resposta certa

Pois é. Parece que vou almoçar com a kitty fane, com a pu pu pi tu, com a wednesday e com o primanocte. Todos eles acertaram, sem hesitações, na mouche: a palavra mágica era LIBERDADE! A borboletta e a lipa também a escolheram, mas como deram mais hipóteses, só vamos tomar café. Gostei muito de ver que, apesar de ser uma imagem feliz, houve interpretações bastante diferentes. É por isso que imploro me expliquem, como se eu fosse mesmo muito burra, onde foram buscar a ideia de STOP. Ainda não fui andar de baloiço a nenhum jardim para ver se dava para sentir isso, mas se vocês viram, é porque está lá. Elucidem-me, pelos santinhos.

PS - Obrigada por terem esperado pela resposta, esta semana tem sido muito puxada.

quinta-feira, fevereiro 21, 2008

Da cumplicidade


A cumplicidade é uma coisa muito mais séria do que aparenta à primeira leitura. É dos sentimentos mais raros de se sentir, mas também dos melhores de se experimentar. Há olhares que trazem consigo a tranquilidade por que esperámos durante anos, há histórias que são tão nossas como as de quem as conta, há movimentos iguais aos que vemos todos os dias no espelho, há medos partilhados que até a dormir nos atormentam... Eu sou só uma pessoa que ainda não sabe quase nada desta coisa que é o mundo e que, a cada 24 horas, tem mais milhares de dúvidas sobre tudo e sobre nada. Não estou à espera que esse vosso Deus desça à Terra e pegue em mim para revelar os segredos do Universo. Mas isto, não sendo a resolução da guerrilha na Serra Leoa, inquieta-me há já muito tempo: a cumplicidade constrói-se ou aparece? Ela é obrigatoriamente um prédio de seis andares com cozinha equipada que leva x tempo a ser feito ou pode ser uma inspiração que, de repente, surgiu ao arquitecto?

NOTA: Quando falo em "aparecer", refiro-me a hipotéticas vezes em que a cumplicidade possa surgir do nada e, de repente, damos por nós a senti-la sem sabermos como nem porquê. 

P.S. sobre o post de baixo

Ena, ena, tantas ideias que vão por aí! É o que eu digo, os meus poucos-mas-fiéis-leitores são os melhores da blogosfera! Mesmo assim, só amanhã é que digo se alguém acertou n' A PALAVRA. Ou não. 

quarta-feira, fevereiro 20, 2008

Adivinha

Em que palavra é que eu estava a pensar quando escolhi esta imagem?

"Mas onde estão as tuas amigas mulheres?"

Em casa. Ou então ainda não as descobri. Melhor, ainda não nasceram... Eu sei lá onde é que elas estão! Não sei, nem quero saber! Porque é que faz tanta confusão a este povinho ignorante que uma mulher tenha mais amigos do sexo masculino do que do oposto? Por acaso os homens têm peste negra e, mal se chegam ao pé de nós, passam-nos a doença através da respiração? Tenham dó. E aproveitem para separar as águas. Como diz o ditado "uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa". O que, trocado por miúdos e adaptado à questão em jogo, diz que lá por algumas pessoas que se dizem "grandes amigos" se comerem que nem uns animais, isso não quer dizer que todos os façam. Porque não fazem! Exemplo: olhar para o meu melhor amigo não me faz sentir qualquer tensão sexual e, só de imaginar a cena, fico com o  estômago às voltas e considero o celibato. Porra, ele é como se fosse meu irmão! O mesmo serve para outros que, felizmente, tenho a sorte de poder chamar de amigos. São homens, é um facto, mas antes disso são pessoas. E muito boas pessoas.
Não quero com isto dizer que não me dou com mulheres. Tenho poucas, mas boas amigas - daquelas que estão sempre lá. Curiosamente, duas delas também praticam o mesmo pecado que eu - 80% de amigos homens, 20 % mulheres... Rimo-nos sempre com isto, e dizemos que um dia ainda vamos perguntar a uma cigana porque é que somos assim. Aqui para a je, a verdade é que os homens, quando são amigos, são-no à séria; já as mulheres (há excepções, claro), com o seu natural instinto de cabras, não se importam nada de trair uma amiga....
Bom, vamos lá para com esta conversa senão as beatas que visitam o meu blog ainda fazem uma petição para que ele seja proibido. Se pusermos o que está escrito para cima dentro de um caldeirão, vamos ter mais ou menos o seguinte: a) sim, a maioria dos meus amigos são homens, e não pretendo atirar-me para cima de nenhum deles; b) acho retrógada a ideia de que os dois sexos não conseguem ficar apenas na amizade; c) parem de me perguntar onde estão as mulheres, porque eu não quero saber disso para nada. Por agora, estamos conversados.

Notícia!

Só para dizer que o Obama conseguiu a décima vitória consecutiva e já vai à frente da senhora Clinton em número de deputados. Havemos (porque isto é uma questão global) de chegar lá, vão ver.

terça-feira, fevereiro 19, 2008

To Love


"Natasha, to love is to suffer. To avoid suffering, one must not love. But, then one suffers from not loving. Therefore, to love is to suffer, not to love is to suffer, to suffer is to suffer. To be happy is to love, to be happy, then, is to suffer, but suffering makes one unhappy, therefore, to be unhappy one must love, or love to suffer, or suffer from to much happiness. I hope you're getting this down."

Woody Allen, Love and Death (1975) 

YouTube X: Ao décimo, um elogio ao amor. U2, "Stay (Faraway, So Close!)"

segunda-feira, fevereiro 18, 2008

Not to forget

Sem-sação

É de beijo em beijo que os amantes descobrem novas páginas do amor.