sexta-feira, fevereiro 09, 2007

God was in my room, tonight


O dia de hoje. O momento de agora. O minuto que passa. O segundo que foi. As coisas que fogem de nós. As coisas que quase chegam a nós. As coisas que perdemos. O medo que nos impede de ir. A indecisão que não nos deixa fazer. A raiva que nos deixa paralisados de dor. O carinho que perdemos pela descoberta. Quantos sorrisos nos terão escapado à custa de sentirmos a chuva em vez de vermos o sol?

4 comentários:

nika_liu disse...

Há que começar a sentir o calor do sol!

MysterOn disse...

Wow!

Ontem poderei dizer que me senti algo assim. Assim, como o escreveste, ou como eu tentei escrever algures na minha blogosfera.

O Sol, esse, paralizou-me e deixou-me ceguinho por volta da hora do almoço ;)

Pedro Santiago de Tânger disse...

A pergunta!

ao que remeto sempre a mesma questão: por que raio é que, sabendo isso, se continua a olhar para a chuva? que vazio, que dôr continuamos a alimentar, dôr tão significativa que não permite o seu abandono?

Também estou cansado!

mas cotinuo à procura do Sol...nem que seja no relfexo das gotas! Chega a um ponto onde a referência que somos tem de alterar o seu paradigma! Eu acredito que o Sol está para ser visto...custe o que custar!

Tens algum para brisas?

Joana disse...

20 000 seconds since you left and I'm still counting,
20 000 resasons to get up, get something done,
But I'm still waiting...

God was in my bed last night e
20 000 seconds sao as minhas musicas mais-que-preferidas!
:)
bjs!