sexta-feira, setembro 05, 2008

Must-see

Não é preciso ser-se fã dos Joy Division para se gostar de "Control", mas é provável que no final fiquemos um bocadinho interessados em saber mais qualquer coisa sobre a banda. A culpa é de Sam Riley - ou Ian Curtis, o vocalista que morreu cedo demais (tinha apenas 23 anos) - que tem um papel esquizofrenicamente bom. Ficamos com vontade de o ajudar, de o controlar, só que a distância entre o tempo e o ecrã é tão grande como a que separa o homem da sua própria mente. 

7 comentários:

Alfonso Lagarto, Conde de Marialva disse...

Lembro-me do Ian Curtis todos os anos a 18 de Maio, o dia seguinte ao meu aniversário.

Era pequenino quando ele morreu. Tinha feito 11 anos na véspera.

Mas - e devo-o ao meu irmão mais velho - aos 11 anos adorava os Joy Division e queria ser o Ian Curtis quando fosse grande...

Mr.T disse...

Excelente filme. Fez-me ouvir a depressão caótica de Joy Division para além do "Love will tear us apart". Gostei muito do out of control todo que se sente daquela altura.

Lux Lisbon disse...

Tive o prazer de entrevistar o Anton Corbjin e ver o filme na ante-estreia no European Film festival do estoril. Desde aí já vi mais duas vezes! Adoro!

estrela do ar disse...

Ainda ontem tive uma conversa de bar em que se disse precisamente isso. É um filme muito bom, o actor, a realização, a fotografia...

Joana disse...

Já vi e é um filme genial e concordo contigo, é tudo por causa de Sam Riley, é hipnótico e consegue levar-nos para o universo do Ian Curtis.

navnevohteeb disse...

Fantástico.

ZaniNE disse...

Adorei o filme... quanto a Joy Division, sou fã!!!

Concordo com o "papel esquizofrenicamente bom".