terça-feira, fevereiro 13, 2007

[Nota]

O texto do post anterior tem dois anos. Tinha sido publicado em Agosto de 2006, mas na altura achei que podia ser incómodo, para quem estava a meu lado, ver que meio mundo debatia o que eu tinha sentido no fim de uma relação. Por isso retirei-o. Lembro-me que, uns dias depois, alguém me pediu para o voltar a pôr aqui. Porque, com a sua leitura, se tinha sentido mais acompanhado. O tempo passou e, agora que estou de novo sozinha, julgo fazer sentido voltar a trazê-lo à blogosfera. Não por me sentir a última pessoa do mundo, não por me sentir desesperada, antes para provar que a tristeza reforça sempre o nosso instinto de sobrevivência, e que a mágoa nos dá sempre (mas sempre) forças para seguir em frente. Há dois anos estava a perder o meu chão, e afinal ele tornou-se rocha. Desta vez não vai ser diferente. Até porque nem há cartas de amor para lembrar. E isso deve querer dizer alguma coisa...

3 comentários:

Pedro Santiago de Tânger disse...

AH!...pronto...não obstante ter dois anos é uma carta assombrosa...(I feel a bt stupid here!kinda..duh!ahahah!)

mas enfim...Tocou-me na mesma!

Exactamente por eu estar na praia a olhar as ondas sem ninguém a meu lado mas com a areia a aquecer-me os pés, o sol a acariciar-me a face e o mar...o mar a dançar com suavidae, conspirando os segredos da solidão e mostrando-me os caminhos do preenchimento interior...O mar, a brincar com os pés da Serra, nunca nos abandona e conta sempre uma história para nos alegrar!

ah! estar sózinho pode ser tão bom!! (ouve-se muito melhor o que o mar nos conta!)

• Jorge • disse...

Ora amanhã não há por aí um jantar dos SPO? Solteiros por opção, lol

MysterOn disse...

Lol!

O jantar dos "encavados"...ou não!?